O site existe e não traz nada
Tem endereço, tem visual, e ninguém entra em contato. Normalmente falta a primeira dobra dizer para quem é aquilo e o que a pessoa ganha ali.
A parte fácil virou fazer o site existir. A parte que continua difícil é ele carregar rápido, funcionar no celular de verdade, aparecer no Google e não subir com o banco de dados aberto.
Tem endereço, tem visual, e ninguém entra em contato. Normalmente falta a primeira dobra dizer para quem é aquilo e o que a pessoa ganha ali.
A maior parte de quem visita chega pelo telefone, e é justamente onde o texto aperta, a imagem estoura e o botão foge do dedo.
Página pesada perde gente antes de aparecer. É medível, e quase nunca é medido.
Aplicação feita às pressas costuma ir para o ar com o banco de dados exposto. Ninguém vê até o dia em que alguém vê.
Entendemos o que a página precisa fazer acontecer. Sem isso, o resultado é bonito e mudo.
Estrutura e direção de arte aprovadas antes da construção. A ordem das dobras é decisão de negócio, não de gosto.
Construção com acabamento: velocidade, movimento com propósito e comportamento no celular tratados como parte do trabalho, não como sobra.
Medição antes de publicar, auditoria quando há usuário real, e entrega com o projeto no seu nome.
Landing de conversão fica pronta em 7 a 14 dias úteis. Site institucional completo e e-commerce levam 2 a 4 semanas, conforme o volume de páginas e de integrações. O relógio começa no briefing aprovado, não no aceite da proposta, e a data final entra na proposta.
Os dois, e a diferença é declarada antes de começar. Landing e protótipo navegável saem rápido. Web app que vai receber usuário real passa por auditoria de segurança antes de ir ao ar, porque aplicação feita às pressas costuma subir com o banco de dados aberto.
Depende do que a página precisa ser. Quando a autonomia de edição é requisito, ela entra no escopo desde o início e a entrega vem com painel e orientação de uso. Quando o que importa é velocidade máxima, a manutenção fica com a gente e isso é combinado antes, não descoberto depois.
A gente orienta o registro e faz o apontamento. A hospedagem fica em nome da sua empresa, com acesso seu, então nada do que está no ar depende da gente para continuar existindo.
Não. O desenvolvimento é contratado uma vez e o projeto é seu. Evolução, manutenção ou frente nova viram escopo próprio, combinado na hora, e nunca condição para você usar o que já pagou.
A estrutura que o Google precisa entra no projeto: títulos, descrição, endereço canônico, dados estruturados, sitemap e velocidade. Isso é a fundação, e ela é o ingresso, não o resultado. Posição depende de conteúdo e de tempo, e quem promete primeira página está vendendo outra coisa.
Você. Os arquivos abertos e o direito de uso comercial ficam com você ao fim do projeto, e nada do que a gente entrega depende de continuar contratando a gente para funcionar.
Combinadas no briefing, junto com o escopo, e escritas na proposta. O motivo de não ser um número fixo é que a direção é aprovada antes da produção começar: quando o caminho é escolhido cedo, ajuste vira refino e não recomeço. Projeto que precisa de mais rodadas é combinado como tal desde o início.
O preço sai por escopo, e escopo se define numa conversa. O que muda o valor é o tamanho do sistema, a quantidade de peças e o prazo. Você não recebe uma estimativa solta: recebe uma proposta fechada, com o valor, o que entra, o que não entra e a data de entrega. Ela vale 4 dias corridos.
A conversa começa pelo que você precisa resolver. A proposta vem depois, fechada, com escopo, prazo e valor.