A marca muda de cara a cada peça
Cada fornecedor aplica do seu jeito, e o resultado é uma empresa que parece cinco empresas diferentes. Quem olha de fora não sabe quem você é.
Identidade visual é a primeira conversa que a sua empresa tem com alguém, e ela acontece sem você na sala. Quando o sistema é frouxo, o cliente negocia. Quando ele é firme, o cliente pergunta o prazo.
Cada fornecedor aplica do seu jeito, e o resultado é uma empresa que parece cinco empresas diferentes. Quem olha de fora não sabe quem você é.
Marca que parece improvisada convida desconto. O cliente não consegue justificar para si mesmo por que pagaria mais, então pede para pagar menos.
Um arquivo de logo não diz que fonte usar, que cor aplicar no fundo escuro, nem como a marca se comporta num anúncio. Sem isso, cada aplicação é um chute.
A decisão de marca vive na cabeça de duas pessoas. Quando entra um funcionário novo, uma gráfica ou outra agência, tudo se perde.
Entendemos o negócio, o cliente que você quer atrair e o que hoje atrapalha. Marca é decisão de posicionamento antes de ser desenho.
Conceito e direção de arte, aprovados por você antes de qualquer produção. É aqui que o caminho se decide, e é por isso que ajuste depois vira refino.
A exploração visual e as aplicações são produzidas com IA na mão de quem tem critério, e nada entra sem passar pelo olho.
Refino até virar peça premium, brandbook fechado e arquivos entregues organizados, prontos para quem for usar depois.
Logo em vetor com as variações, sistema de cor e tipografia, brandbook com as regras de aplicação, papelaria e os arquivos abertos. O brandbook é a peça que faz a marca sobreviver a quem não estava na reunião: é ele que permite outro fornecedor, outro designer ou você mesmo aplicarem a marca sem deformá-la.
O conceito e a direção são decididos por pessoa. A IA entra na exploração visual e na produção das aplicações, depois que o caminho já foi escolhido. Marca é decisão de posicionamento antes de ser desenho, e essa parte não se terceiriza para um gerador.
Sim, e isso tem dois caminhos. Evolução, quando o sinal aguenta e o que falta é sistema em volta. Redesenho, quando o problema é o próprio sinal. A gente diz qual dos dois é depois de olhar, e o custo de cada um é diferente.
Você. Os arquivos abertos e o direito de uso comercial ficam com você ao fim do projeto, e nada do que a gente entrega depende de continuar contratando a gente para funcionar. Para o registro, o material sai no formato que o pedido exige.
Depende do escopo, e a data entra na proposta. A referência é que projetos de identidade levam mais tempo que peças pontuais, porque a etapa de direção precisa de maturação. O relógio começa no briefing aprovado, não no aceite da proposta.
Combinadas no briefing, junto com o escopo, e escritas na proposta. O motivo de não ser um número fixo é que a direção é aprovada antes da produção começar: quando o caminho é escolhido cedo, ajuste vira refino e não recomeço. Projeto que precisa de mais rodadas é combinado como tal desde o início.
O preço sai por escopo, e escopo se define numa conversa. O que muda o valor é o tamanho do sistema, a quantidade de peças e o prazo. Você não recebe uma estimativa solta: recebe uma proposta fechada, com o valor, o que entra, o que não entra e a data de entrega. Ela vale 4 dias corridos.
A conversa começa pelo que você precisa resolver. A proposta vem depois, fechada, com escopo, prazo e valor.